"Acesse o sistema, entre com o usuário de teste e valide que o painel abriu." É esse o caso de teste. Um modelo de linguagem interpreta a frase, planeja as ações e um driver próprio executa no navegador de verdade, replanejando quando a tela muda. Escreva no idioma que o seu time usa: o modelo entende, não é lista de palavras-chave traduzida.
Automação tradicional amarra o teste ao seletor CSS. Trocou a classe, quebrou a suíte. Aqui um modelo de linguagem lê a página como uma pessoa leria e procura o elemento pelo que ele é, não por onde ele estava. Como a interpretação é do modelo, o caso funciona no idioma em que a sua equipe escreve.
Instalador para macOS, Windows e Linux. Funciona sozinho, sem servidor e sem login. E não exige Node instalado na máquina: o próprio aplicativo carrega o que precisa.
Explorador de arquivos, o mesmo editor do VS Code e um terminal de verdade, com a pasta travada na raiz do projeto.
Branch, arquivos alterados, commit, push, pull e diff, sem sair para o terminal.
A IA sugere a alteração no arquivo e mostra o diff. Nada é gravado antes de você aprovar, arquivo por arquivo.
De um a oito testes ao mesmo tempo, com a saída correndo no terminal. Os dados ficam numa pasta do projeto, versionável junto com o código.
Sem Playwright nem Selenium no meio do caminho: a conversa é direta com o navegador. E ele nunca é baixado, usa o que já está instalado na máquina.
Mesmo caso de teste, mesma API, nos dois motores. Percorre shadow DOM e iframe de mesma origem.
Teste de interface, requisição HTTP com autenticação, e verificação de layout em dez tamanhos de tela, retrato e paisagem.
O mesmo motor entregue de três formas: importado no código, chamado na esteira de integração contínua, ou pelo aplicativo.
O servidor multi-time acrescenta ao motor o que uma área de qualidade auditada precisa: quem escreveu, quem aprovou, o que rodou e quando.
Caso de teste versionado, e quem solicita não aprova o próprio. Execução bloqueada enquanto não houver versão aprovada.
Leitura, autoria, aprovação, execução e administração. Cada time enxerga apenas o próprio conjunto de testes.
Cada registro encadeia o anterior, com endpoint próprio para checar a integridade da trilha.
Organização, equipes, projetos, catálogo de modelos de IA com teto de uso, consumo, auditoria e backup cifrado com ensaio de restauração.
Não é o objetivo: o modelo de linguagem lê a página como uma pessoa leria e localiza o elemento pelo que ele é, não por um seletor CSS fixo, e replaneja depois de cada navegação.
Não. O PilotQA AI conversa direto com o navegador através de um driver próprio, sem Playwright nem Selenium no meio do caminho.
Chrome, Edge e Firefox, com a mesma API e o mesmo caso de teste nos dois motores.
Não. O aplicativo desktop, disponível para macOS, Windows e Linux, carrega o que precisa sozinho.
Aprovação por quatro olhos, em que quem escreve o caso não aprova o próprio, cinco papéis de acesso por time, e trilha de auditoria com cadeia de verificação.
Conte qual é a sua suíte hoje e onde ela mais quebra. A gente mostra o mesmo caso escrito em linguagem corrente, rodando no seu ambiente.
PilotQA AI